a espera que eu tomo, que vive em mim...
as palavras que uso, onde eu vivo, sonho e sou...
aos sons que me tomam, que me enchem e me fazem ver...
a tudo aquilo que eu sou e teimo ser e nao-ser...
ah, e ao silencio que vem de dentro, o unico que consigo tolerar.
...
ha palavras que despontam sem origem ou direccao,
e por vezes soam-me bem mesmo assim...
About Me
- manuel zeeman
- amsterdam, Netherlands
- designer, dj, thinker. all work copyright protected.
"... tudo o que vejo tem ponto de beleza e crueldade, pois o que é belo é cruel e nao ha nada que se possa fazer àcerca disso." "all i see has beauty and cruelty in it, for all that is beautyfull is also cruel an there's nothing you can do about it."
Tuesday, January 12, 2010
Thursday, January 07, 2010
visions of others but me
i see...
floating icy landscapes,
tigers on trees,
i see people who see me...
i see...
i see...
what do i see if others but me...
i see them dance and love and be,
i see them colors of earth and sea,
and tastes of freshness and warmth, but me...
what do i see...
crash-test-dummy high on coffe and tea,
smell the sun, taste the air and hug a tree
i see it all, when there's nothing to see,
what do i see
what do i see
if others but me...
floating icy landscapes,
tigers on trees,
i see people who see me...
i see...
i see...
what do i see if others but me...
i see them dance and love and be,
i see them colors of earth and sea,
and tastes of freshness and warmth, but me...
what do i see...
crash-test-dummy high on coffe and tea,
smell the sun, taste the air and hug a tree
i see it all, when there's nothing to see,
what do i see
what do i see
if others but me...
Wednesday, December 23, 2009
cruel este meu estado que tambem e teu em mim
comeco a ficar com saudades dessa subtil crueldade inerente a quem transpira tentacao,
de quem gosta do belo e do doce e do amargo e do cruel...
até eu às vezes tenho saudades deste meu estado em mim...
que venha.
de quem gosta do belo e do doce e do amargo e do cruel...
até eu às vezes tenho saudades deste meu estado em mim...
que venha.
Monday, October 19, 2009
esta noite estive de humor negro
... cruel crepitar, esta minha mente anda de pontas afiadas...
so me apetece ser insultuoso, cem razões para o ser... ou sem razões?
sinto-me ofendido por vontade própria, revolto com o nada, pronto pa partir o inquebrável ou partir-me tentando... e ainda por cima doi-me a cabeça... ressaca ou gripe-A? olha, que venha o autêntico que o falso é que mete medo...
medo medo não... é mais repulsa.
pfff... Só me apetece rosnar e foder à bruta.
(que me perdoem a terminologia)
so me apetece ser insultuoso, cem razões para o ser... ou sem razões?
sinto-me ofendido por vontade própria, revolto com o nada, pronto pa partir o inquebrável ou partir-me tentando... e ainda por cima doi-me a cabeça... ressaca ou gripe-A? olha, que venha o autêntico que o falso é que mete medo...
medo medo não... é mais repulsa.
pfff... Só me apetece rosnar e foder à bruta.
(que me perdoem a terminologia)
Tuesday, September 29, 2009
a linha temporal da (in)existencia
o passado é memória, dum, doutro, de nós todos e todos os outros...
o futuro imaginação, ela que dá espaço a tudo...
e o presente é um ponto que se desloca, sem dimensão ou profundidade...
memória -> () -> imaginação
seguindo uma lógica bastante racional, seremos então imateriais, leves pontos inexistentes, puramente conceptuais... entre a memória e a imaginação...
o futuro imaginação, ela que dá espaço a tudo...
e o presente é um ponto que se desloca, sem dimensão ou profundidade...
memória -> () -> imaginação
seguindo uma lógica bastante racional, seremos então imateriais, leves pontos inexistentes, puramente conceptuais... entre a memória e a imaginação...
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